Carlos Vereza

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sábado, 2 de julho de 2016

PRECÁRIO TESTAMENTO.

O que o pt fez ao Brasil foi muito mais do que tornar corriqueiro a cultura do assalto aos cofres públicos. Eles disseminaram a peste da dissolução dos valores, dos direitos e deveres. Afrouxaram os limites do pudor à pretexto de uma pseudo diversidade sexual, untuosos, vulgarizaram a corrupção a tal ponto, que os honestos mergulharam num mutismo culposo, perplexos ante o charco geral. Transformaram a dignidade em moeda de troca, genocídio da nacionalidade transmutado em "amor ao povo." Adaptaram Gramsci carnavalizado ao som do funk homicida que pasteuriza e estupra crianças precocemente erotizadas. Ah, os intelectuais de "esquerda", cúmplices de uma utopia degenerada, ah, os artistas à serviço do rei, que pranteiam sofregamente cada mil reis subtraído dos hospitais sucateados. A pátria desamada perdeu a capacidade do espanto tamanho a desfaçatez de zumbis que passaram por cima do horror de uma ideologia assassina de 100 milhões de pessoas. E fazem teses de doutorado sobre a revolução dos cadáveres. E fazem teses. E fazem teses enquanto Paris para eles continua uma festa. Até quando?

quinta-feira, 21 de abril de 2016

Os puristas de plantão estão "indignados" porque o processo de impedimento de Dilma Roussef está sendo conduzido - Ó que horror! - por Eduardo Cunha, processado, e ainda não julgado, por acusações de corrupção. Como se os envolvidos, Dilma, Lula e asseclas estivessem às portas da canonização. As circunstâncias da degeneração da sociedade brasileira não aguardaram - Ó que horror! -,

urar a ética e civilidade em Pindorama. Em homeopatia usa-se, em geral, doses semelhantes ao mal que se quer combater. Cunha sabe jogar o jogo dos canalhas. Como um pastor repentinamente ungido para exorcizar quem bradava que "faria o diabo" para vencer as eleições, o "anjo decaído" veio cobrar a conta e não se deu ao luxo de escolher o cobrador. No apocalipse moral em que vive o país a mensagem não se fez de rogada para escolher o mensageiro. Façam seu jogo senhores.
s puristas de plantão estão "indignados" porque o processo de impedimento de Dilma Roussef está sendo conduzido - Ó que horror! - por Eduardo Cunha, processado, e ainda não julgado, por acusações de corrupção. Como se os envolvidos, Dilma, Lula e asseclas estivessem às portas da canonização. As circunstâncias da degeneração da sociedade brasileira não aguardaram - Ó que horror! -, pela aparição de anjos aureolados, para, assepticamente, como um deus ex machina "do bem" restaurar a ética e civilidade em Pindorama. Em homeopatia usa-se, em geral, doses semelhantes ao mal que se quer combater. Cunha sabe jogar o jogo dos canalhas. Como um pastor repentinamente ungido para exorcizar quem bradava que "faria o diabo" para vencer as eleições, o "anjo decaído" veio cobrar a conta e não se deu ao luxo de escolher o cobrador. No apocalipse moral em que vive o país a mensagem não se fez de rogada para escolher o mensageiro. Façam seu jogo senhores.
s puristas de plantão estão "indignados" porque o processo de impedimento de Dilma Roussef está sendo conduzido - Ó que horror! - por Eduardo Cunha, processado, e ainda não julgado, por acusações de corrupção. Como se os envolvidos, Dilma, Lula e asseclas estivessem às portas da canonização. As circunstâncias da degeneração da sociedade brasileira não aguardaram - Ó que horror! -, pela aparição de anjos aureolados, para, assepticamente, como um deus ex machina "do bem" restaurar a ética e civilidade em Pindorama. Em homeopatia usa-se, em geral, doses semelhantes ao mal que se quer combater. Cunha sabe jogar o jogo dos canalhas. Como um pastor repentinamente ungido para exorcizar quem bradava que "faria o diabo" para vencer as eleições, o "anjo decaído" veio cobrar a conta e não se deu ao luxo de escolher o cobrador. No apocalipse moral em que vive o país a mensagem não se fez de rogada para escolher o mensageiro. Façam seu jogo senhores.

quarta-feira, 9 de março de 2016

O PATRIOTISMO E O CANALHA.

Samuel Jhonson, escritor e pensador inglês, em 1765, declarou que " O patriotismo é o último refúgio dos canalhas!". Evidente que se referia aos Tartufos, que, enquanto esbravejam em defesa do país, se locupletam, em detrimento do povo, das "benesses" da nação. Lembrei-me de Samuel vendo enojado, a matilha petista incentivada pela "alma mais honesta do país" queimarem a Bandeira Brasileira, simbolo maior da identidade de nosso povo, enquanto, cinicamente, uivam, que assim procedem, por amor ao Brasil. Mais que um pano, patifes, vocês incendeiam toda uma historia, muitas vezes marcada em sangue e renuncia!. Vocês queimam nossa identidade, nossa hipotética honra. Assim agem os fascistas, que não são de direita ou esquerda, mas lumpens, massa amorfa sem ideal, bufões de um reizinho que logo estará nú

segunda-feira, 15 de fevereiro de 2016

quarta-feira, 10 de fevereiro de 2016

Palhares. O chapa branca.

Palhares abriu a geladeira. Tomou pela garrafa o que seria meio copo de vodka. Morava na rua Taylor, Lapa, 43 graus e 50 e 2 de sensação termica. Ligou o celular criptografado, presente de um senador gente boa. Recado: plantar na internet uma fotografia de FHC abraçado com Fidel Castro. Voltou pra sala. Ligou o ar mas uma palheta estava enpenada e não deixava Palhares se concentrar. Precisava subir no sofá pra desligar. Era baixo. Baixo, não. Estatura mediana. Baixo, sim, e d...aí? Mas era o "capo", o cara que chefiava um esquadrão de blogueiros chapas brancas. Pesquisou no seu arquivo eletrônico particular. Nada de google, coisa de amador. Encontrou a foto do FHC mas nenhuma abraçado ao Fidel. Deu uma pensada, foi a cozinha, deu mais uma golada na vodka (sovietica) agrado do gerente de um banco que financiava a rapaziada, voltou pra sala, trazendo a garrafa. Deu mais uma procurada e lá estavam mais de cinquenta fotos do cubano. Palhares era expert. Colar uma foto na outra com adesivo "invisível" era moleza. Em questão de minutos os dois estavam abraçados como amiguinhos de infância. Tocou o telefone. O outro, para ligações normais. Era Juninha, sua filha com Edneide, lembrando que este fim de semana era a vez de Palhares ficar com a menina. Tremeu. Daqui a pouco Jofre, o hacker, viria pegar a colagem e infiltrar em toda a rede nacional com texto, testemunha e tudo. " E aí, papai? Vem me buscar?" Amava a menina, mas aprendera no catecismo, "que primeiro a obrigação. Depois a devoção." Fazer o quê?! Nem Lenin nem Trotski poderiam lhe ajudar...Bebeu quase a garrafa inteira enquanto Juninha repetia: "Vem, papai?" Estava Palhares nesta duvida existencial quando os três toques na porta -era a senha- lhe devolveu a sobriedade. Fez voz de rouco; "papai está muito resfriado. Fica pra semana que vem, viu, meu anjo?" Quando Jofre entrou, a porta estava encostada, deparou-se com Palhares sentado no chão, de cuecas, aos prantos, e murmurando um verso de Fernando Pessoa: "- Meu Deus...O que fiz da minha vida?" Na foto-montagem, FHC e Fidel "abraçados" sorriam.. sorriam...

sábado, 16 de janeiro de 2016

A QUEM APELAR?!


Esqueçam qualquer esperança de uma intervenção militar para expurgar a camarilha petista. Os comandantes das três armas estão devidamente cooptados e chefiados por um super comunista. Toda a sociedade está gramscistamente aparelhada: brancos contra negros. Ricos contra pobres. Heterossexuais contra homossexuais.

Nas escolas, patifes travestidos em professores ensinam marxismo aos apáticos alunos, enquanto cartilhas são fartamente distribuídas nas escolas públicas, ensinando para crianças a partir de seis anos, que menino pode beijar menino na boca e menina pode beijar menina na boca. Assim. Bem didático, à pretexto de combater a homofobia.

O cotidiano não nos dá o necessário distanciamento para perceber que o processo de comunizar o Brasil está em pleno desenvolvimento. Esqueçam os três poderes, sobretudo o STF. A ditadura sindicalista-bolivariana, já está completamente instalada. O MST é uma milicia armada, assim como a CUT e a maioria dos sindicatos.

A Lava-Jato, última esperança, está sendo bombardeada e o sonho de consumo dos patifes é tirar o poder de investigação do bravo Sergio Moro. A igreja, particularmente a CNBB, em silêncio criminoso: nada mais conveniente que um povo domesticado. As redes sociais são um instrumento de denuncia, mas que termina resultando como um inútil desabafo. A quem apelar?!

segunda-feira, 28 de dezembro de 2015

ESCOLHA.

Não dá para ficar em cima do muro. Chegamos ao final de 2015 com um país falido, ética, política e moralmente. Não há complexidades metafísicas na realidade brasileira. Larápios travestidos em "idealistas", assaltaram a nação. Quem for a favor do pt, Lula e Dilma, deixará a condição de militantes ou simpatizantes, e assumirá o papel de cúmplices. Cúmplices do Mensalão, do Petrolão, e mais grave: cúmplices dos assassinatos de Celso Daniel e Toninho, de Campinas. Escolham um lado e assumam a cobrança histórica. Não há zonas cinzentas, meio termo, ou "quem sabe..." O descalabro é muito claro: uma organização criminosa está destruindo o Brasil. Escolha

quinta-feira, 24 de dezembro de 2015

.OPORTUNISMO

Alguns artistas e intelectuais manifestaram-se contra o impeachment. Direito de opinião a ser respeitado, exceto os já conhecidos por adularem o Ministério da Cultura, de olho no bom e velho patrocínio, que, afinal, ninguém é de ferro.
Como é possível, o país em frangalhos, a ética esbulhada, a corrupção como moeda de troca, existir um manifesto que apoia um governo altamente comprometido com as piores práticas dignas da mais execrável organização criminosa? Querem a permanência de Dilma, que desde seu cargo como Ministra de Minas e Energia, e mais tarde, Presidente do Conselho da Petrobras, foi no mínimo, conivente com as praticas de distribuição de propinas; ou alguém acredita que ela não soubesse das "nomeações" feitas por seu mentor, o abominável Lula da Silva? Como ignorar, que ela autorizou a compra de Pasadena, enferrujada, sucateada, dando um enorme prejuízo ao país? Dez entre dez delações premiadas revelam que Dilma e Lula sabiam de todo o esquema que surrupiou bilhões da Estatal; a operação Lava-Jato já possui informações que a campanha eleitoral de Dilma foi irrigada com dinheiro roubado da Petrobras. Mas os artistas e intelectuais que assinaram o tal manifesto preferem a cumplicidade com este lamentável estado de coisas. Mas aguardemos: a historia cobrará de cada um de nós a escolha que fizemos no momento mais dramático de nossa história.
Carlos Vereza

TODO O ARTISTA TEM QUE ESTAR ONDE O POVO ESTÁ.

Chico Buarque é, indiscutivelmente, um compositor excepcional. Acontece, que como toda figura pública, ele tem oportunidades, não comuns aos simples mortais, de expressar suas opiniões. No que se refere a suas opções políticas, é entusiasmado admirador de um partido que levou nosso país a uma situação de insolvência em todos os aspectos. Recentemente, Chico foi abordado verbalmente, por um grupo de populares que cobraram dele, como artista e cidadão, culto e esclarecido, o porquê de sua posição que colide com a opinião da imensa maioria do povo brasileiro. Nada de anormal, ele não foi agredido fisicamente, ofendido em sua honra, apenas, repito, como figura de grande expressão nacional, foi questionado por suas escolhas. Inclusive ele continuou defendendo o indefensável. Direito dele. Lamentavelmente, nem todo o artista pode cantar como Milton Nascimento: "...que todo o artista tem que estar onde o povo está." Simples, assim

segunda-feira, 23 de novembro de 2015

O novo e a novidade.
Uma senhora tímida e sempre sorridente, acaba de realizar uma revolução na teledramaturgia.
Elizabheth Jhin, mineiramente, sem alarde, mudou definitivamente a história da telenovela no Brasil.

Em pleno sucesso de uma trama de época, saltou do século dezenove para os tempos atuais, desafiando os incrédulos que temiam uma “inevitável” queda de audiência.

Mudança total: de linguagem, figurinos, caracterização, Além do Tempo, para surpresa dos teóricos em comunicação, mantém os números inéditos para o horário.

Sendo que no capitulo de transição, chegou a trinta por cento, outro recorde nos folhetins das seis horas.
Fica assim este simples registro em homenagem a uma autora, que revigora um gênero, por muitos considerado em extinção.

sexta-feira, 20 de novembro de 2015

LEITE E MEL...


    Não esperem uma Terceira Guerra Mundial com as mesmas características das anteriores. Não haverá disputa por territórios ou imposições de "raças superiores." Agora o que há é a exaltação de Tanatos contra Eros. A adulação da morte contra os valores do mundo "depravado" ocidental. Um "livro" contra a Civilização, que, a despeito de tantos erros e injustiças, erigiu a liberdade de pensamento e expressão como cláusula pétrea que tanto incomoda o horror. O inimigo está infiltrado, como por exemplo na França, onde são acolhidos com os mesmos direitos dos franceses, e odeiam o país enquanto desfrutam das vantagens do capitalismo. Não existe muçulmano "moderado." Por que não se manifestam em grande escala, a nível mundial, com estardalhaço mesmo? Nas Mesquitas, em território francês, pregam o terrorismo e a sharia, não se adaptam aos costumes locais e vaiam, como no Estádio de futebol, no dia em que explodiram três bombas, a Marselhesa entoada com fervor contra os atentados. Agora surgem os "compreensivos" alegando que eles moram em precários subúrbios, que são discriminados e por esta razão são presas fáceis do terror. Outra, digamos, teoria da bondade, é que o Estado Islâmico surgiu porque os EUA atacaram o Iraque, e os militares de Saddan Hussen, que conseguiram escapar, formaram este exercito de insanidade. Não citam que Saddan, entre outras barbaridades, assassinou mais de cem mil curdos além de financiar a Al Quaeda, que, "simplesmente," detonou as Torres Gêmeas nos Estados Unidos. François Hollande tem razão: é guerra. E tem que ser total até o esmagamento da última célula do terror. Que eles se estilhacem em rios de leite e mel

quinta-feira, 3 de setembro de 2015

A CRIANÇA E O GATO.

Uma criança de três anos morre afogada numa praia da Turquia quando seus pais tentavam fugir da guerra na Síria. Assim, descrita friamente, é mais um número na cruel estatística de milhares de imigrantes em busca de uma vida mais digna. Fatos que dispensam explicações religiosas ou fatalistas. Esta criança é a minha indiferença. A indiferença de um mundo, que, além de ser de provas e expiações, é, sobretudo, a historia de um planeta de permanente sofrimento desde seus primórdios. Os fatos esbofeteiam minhas "certezas", minhas confortáveis "esperanças". Enquanto isso o noticiário de todos os meios de comunicação retratam, diuturnamente, as estripulias de um gato que caiu de um quarto andar, e, felizmente, ao contrário da criança de três anos, passa bem, obrigado. Domingo tem jogo no Maracanã

segunda-feira, 13 de julho de 2015

VAZIO NO UNIVERSO.

Ando revoltado com a morte do meu irmão Gilberto Arruda. Alguns espíritas conformam-se rápidos, apoiados em chavões, tipo - "é resgate". Não duvido do sentimento deles, mas nem tudo na doutrina significa que dois mais dois têm que resultar sempre em quatro. "É a Vontade de Deus!", como assim? Um médium dedica-se diuturnamente à caridade, desde os seis anos de idade, é brutalmente assassinado...e é a Vontade de Deus?! Somos,então, como meros replicantes, tipo Blade Runner, com prazo de validade? Mas uma caridade não cobre uma multidão de pecados?! E um milhão de caridades não apagaria qualquer débito pretérito por pior que fosse?! Maldito maniqueísmo que despreza os tons cinzas da vida e apoia-se, confortavelmente, nos clichês alienantes. Uma pessoa morreu! O universo não pode ignorar com frases encomendadas, este vazio! Algumas pessoas, são, sim.insubstituíveis. Luto e melancolia

segunda-feira, 22 de junho de 2015

HORROR.

Vieram de madrugada. Não como o canto dos pássaros ou o lamento de um blues. Vieram de madrugada. Não como os ruídos calmos da floresta, ou a volta da mulher amada. Eram seres desfigurados, transfigurados pelo ódio, em busca da vitima inocente. Ele dormia o sono dos justos. Não sabia que teria que sofrer as Sete Estações do Martírio. Gordinho e brincalhão como um anjo bagunceiro e renacentista. Distante dos prazeres mundanos, recolhido, dedicado ao bem, à caridade. Assistia e ria com as novelas, sua única distração. Atendia, diuturnamente quem o procurasse: na antiga oficina, operando de macacão sujo de graxa e branco de ectoplasma. Na hora da suprema dor Frederick retirou sua alma do absurdo suplício. As botas assassinas saíram desconcertadas da precária vitória. A Lua, implacável, como testemunha, marcou as faces do arbítrio.