Carlos Vereza

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quinta-feira, 24 de janeiro de 2013

BUCK VIVE!

..."Amaro! Amaro! Amaro!" uma forte luz, muito clara, desfocada e vozes chamando seu nome.
Sentiu seu peito levar impactos que o faziam levantar metade do corpo, enquanto as vozes continuavam lhe chamando. Aos poucos, rostos debruçados sobre Amaro, mesmo em contra-luz, definiam uma sala toda branca, com um forte cheiro de éter, e rostos com máscaras brancas, traziam Amaro para uma outra realidade: um centro cirúrgico, e a forte dor que sentia era resultado de um aparelho grudado à seu peito que o socava, e conduzia Amaro, aos poucos, para um estado de maior lucidez. Amaro estava vivo!

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