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sábado, 21 de setembro de 2019

CADÊ AS PROMESSAS DE CAMPANHA?

Nada pior que relativizar os desvios do governo Bolsonaro. Não é possível que tenhamos saídos do absurdo lulopetista para cairmos em outro absurdo. Ora, é evidente que toda uma armação está sendo feita para proteger Flavio, e seus rolos com o Queiroz, com a aquiescência do presidente e o aval de Toffoli, presidente do stf.

Somente altas doses de fanatismo para negar o enfraquecimento da operação Lava-Jato e de seu símbolo maior - Sergio Moro. O fato de Bolsonaro não ter respeitado a lista tríplice na escolha do procurador geral, e ter escolhido Aras, de nítidas ligações pretéritas com a esquerda, demonstra mais uma vez, a estratégia de blindagem de Flavio, que está empenhado, sem disfarces, em abafar a operação Lava-Toga.

Enquanto isso setores esquerdistas da Policia Federal, armam "mesa de trabalhos" para o vagabundo ladrão de Curitiba, de onde dá seguidas entrevistas replicadas pela mídia, cúmplice do meliante, que deve ser solto ainda em Setembro.

Só a intervenção do Plano Espiritual de Luz para salvar o Brasil.

quarta-feira, 18 de setembro de 2019

Lista negra.

Surge agora um tal Allan Santos e sua lista negra. A figura, segundo Lobão. mora numa mansão em Brasilia,  bancada por Eduardo Bolsonaro. Só entram bolsonaristas fanáticos nesta lista. Estou fora. O que mais falta para ficar claro que as promessas de campanha foram para o espaço? Bolsonaro teve quatro sérios livramentos: a facada e quatro operações, e a ficha não caiu; que ele deve unir o país e não repetir o nós contra ele do vagabundo preso em Curitiba.

Pelo visto são os filhos acima de todos. Pouco me importa que o Ministério seja um dos melhores dos últimos anos, se a "estratégia" política esteja mantendo tensionado o Brasil e abrindo terríveis possibilidades para a esquerda - leia-se, a quadrilha petista -, voltar ao governo.

No mundo a esquerda vai retornando: na Argentina, em Israel, e já não se sabe se a reeleição de Trump está garantida.

O fanatismo como pauta.


terça-feira, 17 de setembro de 2019

ACORDÃO VERGONHOSO!

Toffoli, Maia, Acolumbre e Bolsonaro. O que eles têm em comum?

O desmonte da operação lava-jato. O único movimento de resgate da cidadania, através de juízes e procuradores, que conseguiu atingir os chamados corruptos de alto coturno, julgando e prendendo 155 ativistas de assalto ao erário público.

Mas não era Brasil acima de todos? Ou mudou para alguns acima do Brasil? Mas a verdade não nos libertará? Até quando teremos que colocar questões que são no mínimo constrangedoras? A quem protegerá a liquidação da operação que tem o apoio unânime das pessoas de bem do país?

Se tal ocorrer teremos um retrocesso sem precedentes com a vitória do sistema que mantém a Nação como usos e frutos de uma elite jurídico-politico, que sequer se ruboriza por liderar esse atraso que, por inacreditável que pareça, tem por último objetivo a liberação do vagabundo ladrão preso em Curitiba.

segunda-feira, 16 de setembro de 2019

NOVO FASCISMO


O fanatismo no facebook atingiu níveis preocupantes. Tipico ambiente para gerar os ovos da serpente. Lamentavelmente, Bolsonaro e filhos nada fazem para desanuviar esse sectarismo, pelo contrário, parecem depender dele para uma "estratégia" que mantém tensionado o clima politico no país.

A toada é a mesma de sempre tocada nesses meses do governo: Carlos, 02, tuíta assustadoras mensagens que não são desmentidas pelo pai que parece referendá-las. Um governo em clima de campanha permanente. O presidente ao invés de agregar os vários segmentos da sociedade, separa-os com uma agressividade que tornou-se marketing de sua administração

O autoritarismo entranha-se nas redes sociais. Qualquer critica, honesta, por pessoas que apoiaram Bolsonaro, são imediatamente rotuladas como "esquerdistas infiltrados!" Nada muito diferente dos fanáticos lulopetistas.

Prefiro preservar minha saúde mental. É desgastante e mesmo inútil tentar qualquer tipo de diálogo. A complexidade de pensamento não cabe neste veículo tão maltratado por esta horda de característica rigorosamente fascistas! Fico por aqui.

quinta-feira, 1 de agosto de 2019

O BOM FILHO A CASA VOLTA.

Impossível estabelecer um diálogo razoavelmente produtivo no facebook. Não me considero superior às demais postagens, em geral, mas há uma furia incontrolável e tristemente sectária que impede as melhores intenções.

Abandonei, por longo tempo, este blog que conta com mais de quatro milhões de visualizações, para tentar, humildemente, acrescentar, além da polarização, e do extremismo, algo que pudesse ser mobilizador de trocas produtivas de ideias. Inutil paisagem.

Por respeito às minhas convicções retorno de onde não deveria ter saido. Sejam bem-vindos os que quiserem acessar esses rabiscos.

terça-feira, 7 de maio de 2019

OS TENTÁCULOS IDEOLÓGICOS

Tentáculos. É sobre essa imagem que me remete a esquerda. Tentáculos. Agarram-se às pedras ideológicas, de vários matizes. Ou, como ostras. Secularmente entranhadas às pedras - essas inofensivas.

O que faço, as 5 horas da madrugada, visualizando um inacreditável polvo. Na ponta de cada tentáculo, surgem rostos: Stalin, Lenin, Fidel, Chaves, Guevara, Lula, Maduro;  sugando a história, e adaptando-a ao vetusto mantra que começou, lá atrás, muito antes da Escola de Frankfurt.

Em pouco mais de três meses do novo governo, o polvo já ocupou todos os espaços. Defenestrar Bolsonaro: a palavra de ordem distribuída por cada tentáculo. Em pouco mais de três meses, o abominável capitão, já destruiu a floresta Amazônica, assassinou várias tribos de inocentes indígenas, carbonizou o sofisticado sistema educacional, acabou com a Petrobras, e, foi humilhado por um prefeito da mais democrática cidade do mundo. Claro: como receber um nazista, homofóbico, racista, ainda que nenhum desses adjetivos tenham o aval da verdade.

Bolsonaro, sem dúvida, não é exatamente um diplomata no vernáculo. Dá, seguidamente, "caneladas verbais." Mas seu, ainda, desorganizado governo, ostenta uma dado inédito em comparação aos anteriores -  nenhum caso de corrupção foi detectado em sua administração. Ora, e o que importa este reles dado para justificar um nazista, homofóbico, racista?

Os tentáculos já estabeleceram o fluido narrativo. E, que não se alegue que "somente" após os três meses e pouco, que o inacreditável polvo ideológico começou  sua indômita batalha. Não. Nos primeiros minutos após a posse, Bolsonaro já era o fracasso anunciado, na mais desenvolvida civilização do trópicos.

Eu vi. Numa manifestação de estudantes secundários, protestando contra o "corte" de verbas para a educação, um cartaz, ao fundo, mais perfeitamente legível: NÃO À REFORMA DA PREVIDÊNCIA! Ora, por quem sois...

Carlos Vereza. 7/Maio/2019.





sexta-feira, 22 de fevereiro de 2019

MINHA OPINIÃO NÃO ESTÁ À VENDA.

Como apoiador de Bolsonaro de primeira hora, batendo de frente com 90% da classe artística e intelectual, apoiadores da esquerda, sinto-me no direito de discordar, quando achar necessário, de atos do novo governo. Este blog é meu, não dou direito de resposta como no facebook, onde estou sendo censurado pela esquerda e fanáticos de direita.

Em menos de dois meses a equipe competente de Bolsonaro fez muito mais que os 16 anos do assalto lulopetista. Os dois recentes pacotes, da Previdência e Contra o Crime, chegaram céleres ao congresso, sendo que o da Previdência, não poupa os políticos dos mesmos encargos reservados à maioria da população.

Dito isto, continuo achando que Carlos Bolsonaro afastou do  pai o seu melhor amigo. E tudo por ego e questões pessoais. Não sou amigo de Bebianno, não privo de sua intimidade, mas uma mera interpretação de texto - com o presidente ainda sob o efeito de uma operação delicadíssima, com duração de mais de 7 horas -, não era o momento para Carlos expor seu pai e o ex-ministro, num escândalo midiático sem necessidade.

Nenhum raciocínio desapaixonado deixará de observar inúmeras contradições na demissão de Bebianno. A mais gritante: segundo o filho e o próprio presidente, Bebianno mentiu quando afirmou que falara com Bolsonaro por três vezes. A divulgação das gravações prova exatamente o contrário.

Bebianno foi acusado de ser traidor, de vazar conversas, e de ser responsável pelo escândalo das laranjas eleitorais. Muito bem: um dia após sua demissão, outro vazamento é registrado de uma conversa de Bolsonaro e Onix, chefe da Casa Civil. Repito: Bebianno não era mais ministro.

Bolsonaro acusa o ex-ministro de receber em palácio um dirigente das Organizações Globo. Ora, a entrevista, como todas, constava da agenda pública na Internet. Era só acessar. Nada foi de "foro íntimo" de Bebianno.

Outra revelação: começa a ficar em evidência que o ministro do Turismo é o verdadeiro responsável pela distribuição das laranjas eleitorais. Até agora Bolsonaro o mantém no cargo, mesmo com o testemunho de uma mulher que se refugiou em Portugal e confirma a irregularidade.

Ou seja: a reputação de um homem que dedicou-se desde o começo da campanha a ajudar de todas as formas o então candidato Bolsonaro - inclusive como advogado sem cobrar qualquer honorário -,  é destruída por uma questão puramente pessoal do filho mimado do presidente. E, o assustador, é ver, nas redes, a continuidade do massacre de reputação, sem que ninguém  se disponha a analisar, sem fanatismo, a absurda injustiça cometida contra o melhor amigo do capitão.