Carlos Vereza

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sábado, 22 de julho de 2017

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                         DESTROÇOS.
   
Nem na ditadura houve um corte tão abrupto entre gerações como ocorreu nos 13 anos e cinco meses do horror petista. Talvez porque o inimigo fosse comum, visível à maioria da população; talvez porque a asfixia da liberdade mostrava-se na evidência da censura, dos blindados nas ruas, no desaparecimento dos amigos. Era claro-escuro. Sem meios tons.
As pessoas, independente da faixa etária, reunião-se em volta de idéias, ações temerárias, e ...Livros. lia-se. Muito.
Corte.
O mons
tro repressivo reaparece com sinuosos tentáculos. Esgueira-se em afagos populistas, não mostra as garras; as esconde em subterrâneas maquinações. É cordial. Afável.
Como uma goma viscosa espalha-se, apodera-se das 

instituições, desagrega e confunde os ideais. Implanta a novilingua, pasteuriza a cultura, os intelectuais em sua quase maioria tornam-se orgânicos. A igreja ajoelha-se, devota, ao entorpecimento das massas.
O monstro devora a democracia por dentro, divide, separa, esgarça os valores da civilidade, o conceito de família. 
Surge, pastoso, um lumpemproletariado a caminho do paraíso. Fulgura, impoluto, o grande Pai que apascenta seu rebanho; patética caricatura pasteurizando o subdesenvolvido inconsciente coletivo tupiniquim.
A anarquia controlada acena aos jovens todo o poder de exercer sua sensualidade livre de parâmetros de gênero ou sexo.
Abre-se um fosso entre " nós e eles"; entre brancos e negros, entre "ricos" e pobres.
Corte.
A câmera passeia entre destroços.

quinta-feira, 6 de julho de 2017

SUICIDIO: NUNCA!



Nenhuma divulgação sobre o assustador número de suicídios entre adolescentes. Somente o jornal da Band, no dia 5 de Julho do corrente ano, noticiou esta triste ocorrência.

Nas redes sociais pode-se ver uma nefasta produção intitulada "Baleia Azul" e um desenho francês, "ensinando" várias maneiras de acabar com a própria vida.

Urge que todas as Casas Religiosas, e instituições que valorizem a vida, façam uma campanha de grande alcance pois, com certeza, há algo ligado às trevas nesta sórdida empreitada.

sábado, 1 de julho de 2017

GOLPE TABAJARA.

A articulação para derrubar Temer começou com a libertação de José Dirceu, que em suas primeiras declarações conclamou a militância petista a dar uma guinada à esquerda.
O recado foi assimilado imediatamente com a depredação e incêndio de Ministérios e violência explicita da tropa de choque, sofisticadamente conhecida como black blocks, ala terrorista do Partido dos Trabalhadores, embora neguem.
O judiciário, prontamente deu sequência com o golpe Tabajara, com participações especiais de Fachin, Janot o friboi Joesley. e ampla e estridente cobertura dos meios de comunicação.
Mesmo solto com restrições, Dirceu faz palestras seguidamente, sem que a justiça lhe faça qualquer advertência.
O pano de fundo, além de boicotar as reformas, é "esquecer" Lula, que, supõe-se, esteja prestes a ser condenado pelo juiz Sergio Moro.
Neste jogo sujo de várias cartas na manga, ingênuos imploram pela intervenção militar, ignorando que as Forças Armadas foram, como todos os poderes, cooptadas pelo Foro de São Paulo, via lulopetismo ao longo dos treze anos e cinco meses da orcrim no poder.
Michel Temer é uma nota dissonante nessa obscena cacofonia; luta pelas reformas, mesmo fazendo parte da macunaímica "cultura politica" que começou, lá atrás, com Deodoro da Fonseca. Tirem as crianças da sala.