Carlos Vereza

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domingo, 13 de setembro de 2009

Cannabis: o retorno

Não bastando a alienação política da juventude, cogita-se, agora, a descriminalização da maconha, tida por “especialistas” como “droga leve” e também, o abrandamento das penalidades para os usuários e tratamento médico para os dependentes. Como o Ministério da Saúde, sucateado, que não consegue sequer pagar dignamente seus profissionais, e hospitais que atendem os necessitados, em macas sem lençóis, nos corredores, tratariam os dependentes, que, além de toda uma medicação específica (desintoxicação, entre outras), carecem de longas e sofridas sessões de terapia? Será que os proponentes da liberação, desconhecem que a capacidade tóxica da maconha depende do sexo da planta, clima e época da colheita? Por acaso têm noção, que a erva, para aumentar sua potencia vem misturada a alguns alucinógenos, além do tetrahidrocannabinol e seus isômeros, tendo sido descoberto recentemente o risco de câncer pulmonar, pela presença do benzopireno? E a oligospermia, que significa em linguagem popular, a diminuição do espermatozóide no usuário? E ainda: a maconha aumenta em 70% a incidência de surtos psicóticos em pessoas esquizóides e fronteiriças. Sinceramente, existem problemas mais sérios neste país, para que um assunto tão grave seja tratado de maneira tão superficial e oportunista. Não é possível, “beneficiar” 22% da população, constituindo-se esse percentual, na faixa privilegiada das classes, média e alta, que podem dar-se ao luxo de colocar a liberação como prioridade.

Um comentário:

SARASWATTI disse...

Fortaleza, querendo imitar São Paulo, começou a restringir o fumo de cigarros na cidade. Enquanto a luta contra o cigarro se acirra, tem gente querendo afrouxar o uso da maconha. Interessante, não?!?!?!