Carlos Vereza

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sábado, 1 de julho de 2017

GOLPE TABAJARA.

A articulação para derrubar Temer começou com a libertação de José Dirceu, que em suas primeiras declarações conclamou a militância petista a dar uma guinada à esquerda.
O recado foi assimilado imediatamente com a depredação e incêndio de Ministérios e violência explicita da tropa de choque, sofisticadamente conhecida como black blocks, ala terrorista do Partido dos Trabalhadores, embora neguem.
O judiciário, prontamente deu sequência com o golpe Tabajara, com participações especiais de Fachin, Janot o friboi Joesley. e ampla e estridente cobertura dos meios de comunicação.
Mesmo solto com restrições, Dirceu faz palestras seguidamente, sem que a justiça lhe faça qualquer advertência.
O pano de fundo, além de boicotar as reformas, é "esquecer" Lula, que, supõe-se, esteja prestes a ser condenado pelo juiz Sergio Moro.
Neste jogo sujo de várias cartas na manga, ingênuos imploram pela intervenção militar, ignorando que as Forças Armadas foram, como todos os poderes, cooptadas pelo Foro de São Paulo, via lulopetismo ao longo dos treze anos e cinco meses da orcrim no poder.
Michel Temer é uma nota dissonante nessa obscena cacofonia; luta pelas reformas, mesmo fazendo parte da macunaímica "cultura politica" que começou, lá atrás, com Deodoro da Fonseca. Tirem as crianças da sala.

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