Carlos Vereza

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quarta-feira, 26 de março de 2014

BANALIDADE DO MAL.



Nem Hanna Arendt, em sua tese "Banalidade do Mal", conseguiria absolver o simulacro de ser humano que é o coronel reformado Paulo Malhães. Ainda que ele fosse "apenas" um elo final, cumpridor de ordens, o requinte de detalhes na execução da sua, digamos, tarefa, excede o mais sinistro carrasco nazista. Não bastasse a tortura a que foi submetido o deputado Rubens Paiva, as seguidas violações de seus restos mortais, não encontra similar, mesmo entre os povos mais primitivos do planeta. Faz-se imprescindível a desaprovação pública de militares honrados, que não compactuaram com esta barbárie, que é uma triste exceção a imagem que a nação preserva das Forças Armadas.

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