Carlos Vereza

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sábado, 15 de maio de 2010

ESTUDEM!

Ainda sobre atos falhos: "...existe geralmente uma grande quantidade de simbololismo na vida,mas passamos por ele sem lhe darmos atenção. Quando me propus a tarefa de trazer à luz o que os seres humanos trazem ESCONDIDOS dentro de si, não pela coerção da hipnose,mas pela OBSERVAÇÃO DO QUE DIZEM E FAZEM, pensei que o trabalho fosse mais penoso do que é na realidade. Quem tiver olhos para ver e ouvidos para ouvir,convença-se de que nenhum mortal è capaz de esconder um segredo..." Sigmund Freud Entenderam, estimados apedeutas? Por mais que a repetição vos anestesíe, tranformando-os em sonambúlicos seguidores de palavras de ordem,vossos guias não conseguem recalcar por muito tempo suas verdadeiras intenções! Estudem!

13 comentários:

José disse...

Carlos Vereza,

A cada visita ao seu blog, e leitura dos comentários vomitados por seus críticos, cresce o seu conceito como cidadão e formador de opinião.

O facismo, antes de forma disfarçada, agora avança ostensivamente na sociedade brasileira. Lamentavelmente também no seio da juventude. O efeito pedagógico do cinismo facista, autoritário e intolerante será o grande legado deixado pelo PT e seus seguidores messiânicos na sociedade brasileira, e somente com muito esforço e tempo será possível extirpá-lo do espírito dessas pessoas que se deixaram moldar, conscientes ou inconscientemente por essa verdadeira escola da MENTIRA e da DISSIMULAÇÃO.

Continue firme nessa missão, que é nobre. É muito importante, inclusive para a construção da História, os registros deste tempo, para que as futuras gerações não se deixem enganar novamente por pessoas inescrupulosas que têm como único objetivo a perpetuação no poder.

O peso do fardo carregado pelos LIVRES PENSADORES sempre aumenta na proporção direta da importância de sua luta, mas a VERDADE sempre triunfará sobre a MENTIRA, assim como a LUZ sobre as TREVAS.

Que a SABEDORIA, a FORÇA e a BELEZA o acompanhem em sua missão.

Theresa disse...

A estupidez insiste sempre." (Albert Camus)

Marquer disse...

As vezes é preciso falar demais...justamente por não ter nada a dizer.

Bom para esses casos é justamente o estudo e o enriquecimento moral.

Maria do Espírito Santo disse...

Atacantes de time de várzea,

saibam todos que Carlos Vereza dispensa defesas inflamadas ou flambadas do lado oposto. E as dispensa não por ser o profissional competente que é, mas antes por ser um homem sempre disposto a rever seus pontos de vista.

Foi um marxista que se "desencantou" da "doutrina" que se propunha científica e acabou por se mostrar ideológica.

Sim, porque em nome do ideal farsesco comunista, vinte milhões de pessoas foram mortas. E se os entes são números, como diziam os pitagóricos, foram vinte milhões de entes carnais, humanos, que acabaram destruídos em nome de um ideal debilmente humanitário.

Pior do que os atos falhos freudianos são os atos reais, concretos, que atentaram contra a liberdade e a vida de vinte milhões de pessoas.

Quem mói no asp´ro não fantaseia, como bem disse o Riobaldo do Grande Sertão - Veredas.

Vereza moeu no áspero. E nesse moer aprendeu a se recriar no cotidiano. Aprendeu a ser outro e a ser novo a cada dia.

Foi torturado? Não foi torturado? Haverá tortura pior do que ser sempre incompreendido?

Repito o conselho que ele sempre dá aos precários primários: leiam.

Maria do Espírito Santo disse...

Como disse o "proprietário" do blog (na falta de melhor termo) este espaço aqui é democrático, o que significa que cada um pode expor os próprios pontos de vista, sejam eles estultos ou sábios.

Quanto a questão das "procurações", o seu amado Luís LI não lhe deu nenhuma procuração para seus milhões de eleitores defendê-lo, meu caro. O movimento da citada procuração segue no sentido inverso ao que você confusamente argumentou: quem deu ao Luís Inácio o mandato - leia-se o direito de agir em nome do povo brasileiro - foram àqueles que numa soberba demonstração de ingenuidade o elegeram.

Assim sendo, caríssimo, você defende o Lulinha de graça, assim como eu gratuitamente "defendo" o Carlos Vereza. E ambos podemos defender quem melhor nos aprouver, porque a liberdade de expressar encômios em público (e preferencialmente de justificá-los por meio de fatos constatáveis) é uma garantia constitucional.

That´s it.

Luiz Gonzaga disse...

josé lopes,

Eu nunca vi nada escrito ou dito pelo Vereza de que ele foi torturado. É verdade ou você inventou?

Agora, colocar na lista que o "cabra Lula" foi torturado é coisa de petralha. De DNA de petralha: a mentira cínica.

Vocês deveriam ir fazer propaganda em Cuba!

Maria do Espírito Santo disse...

Tortura é a coisa mais vil, mais perversa - no sentido freudiano do termo -, mais avessa à humanidade.

E é claro que todos os que foram torturados podem exigir reparações legais pela violência que sofreram. Mas daí a transformar a tortura em tópico curricular, isso já é demais.

Por exemplo: um candidato ou candidata à presidente de um país se torna mais apto, mais capaz, mais competente no exercício de suas futuras funções pelo fato de ter sido torturado(a)?

Nossos poucos ou muitos sofrimentos não nos tornam melhores ou piores no exercício de qualquer profissão. E entender certas diferenças, para mim notórias, é muito importante para não sermos presas fáceis das ideologias políticas que infelizmente grassam por nossas plagas.

José disse...

Senhor José Lopes,

Sim, eu considero o Senhor Carlos Vereza um formador de opinião. Se a sua opinião é contrária, qual a razão da sua insistência em acompanhar este blog? Que prazer mórbido é esse que o faz vir aqui, apenas para agredir seu autor?

Luiz Gonzaga disse...

Maria do Espírito Santo,

Concordo integralmente com o que postou: ser preso ou torturado não altera a estrutura ético-moral de ninguém, embora seja um ato desprezível.

Agora, para quem já apresenta um caráter deformado isso pode levar a um comportamento reativo-destrutivo que, associado ao fanatismo ideológico ou religioso, pode desenvolver atitudes e sentimentos como o ódio, a mentira, a fraude, a dissimulação, etc...

É possível que no futuro a punição severa possa ser substituída por outros métodos que ajudem essas pessoas a se integrarem melhor na convivencia social, sem, no entanto, modificarem suas próprias idéias e preferências.

Maria do Espírito Santo disse...

Luiz Gonzaga, o rei do baião do realismo e da lógica,

antes de mais nada, gostei do seu perfil: a lógica nos ajuda a pensar com mais clareza e objetividade.

Na Idade Média as competições entre os sábios eram marcadas pelo famoso ato de distinguir as idéias. E até hoje esse tipo de atitude nos leva a viajar menos na maionese ou na batatinha.

Tem gente que discute qualquer assunto como se suas simpatias e afinidades eletivas privadas correspondessem à realidade dos fatos.

E o mundo, sabemos nós, não existe nem foi criado à imagem e semelhança do que projetamos nele.

Parmênides distinguia o mundo do ser, o mundo do não ser e o mundo da doxa, mistura de ser e de não ser.

Para alcançarmos o mundo do ser, a episteme é a ferramenta indispensável.

Julgo que as nossas frustrações, as violências que por desventura sofremos, os horrores que às vezes a vida nos brinda, fazem parte do nosso mundo privado. Para agirmos e interagirmos com o mundo público é preciso resolver as nossas questões internas para que tenhamos a mínima isenção necessária nessa outra e objetiva esfera de relacionamento com o real.

Mas... No final das contas, talvez Shakespeare tenha dito tudo em A Tempestade: a vida é uma história contada por um tolo, cheia de som e de fúria e que não significa nada...

De qualquer maneira, é bom nos pautarmos pela alegoria do Labirinto de Norberto Bobbio:

A história é um labirinto. Acreditamos saber que existe uma saída, mas não sabemos onde está. Não havendo ninguém do lado de fora que nos possa indicá-la, devemos procurá-la nós mesmos. O que o labirinto nos ensina não é onde está a saída, mas quais são os caminhos que não levam a lugar algum (Bobbio apud Orlando Tambosi, in A Cruzada Contra as Ciências)

Creio ser esse o procedimento mais sensato para todos nós que nos sabemos perdidos...

Um abraço.

Luiz Gonzaga disse...

Maria do Espírito Santo,

Já deu para perceber que você gosta de boa leitura. O que vem consolidando a minha visão da realidade foi não dar crédito imediato ao que sinto, ao que vejo e ao que ouço; usando o bom senso construi o que chamei de “minhas gavetas de verdades provisórias”. Toda vez que me entusiasmo com uma suposta verdade, tento entendê-la com a ferramenta da lógica e em seguida a guardo nessas gavetas para posteriores reflexões. Faço assim porque não acredito em verdades absolutas, posto que todas elas sofrem a ação dinâmica do tempo. Logo, precisam ser revistas periodicamente e exaustivamente até poderem alcançar um nível aceitável de credibilidade.

Embora esse meu formato de pensar possa ser excessivamente neurótico, ele pode estar ligado aos quarenta anos nos quais convivi com detentos, índios, menores infratores e pessoas portadoras de alterações do comportamento. Comparável a uma selva em que você, pela diversidade do conjunto, precisa se organizar de forma que nem se perca na visão do conjunto, nem se distraia com os detalhes.

Atualmente tenho focado meu interesse no comportamento político das pessoas. Para isso os tempos em que convivi com índios me servem de excelente referencial para observar e comparar comportamentos. Eles são as pequenas sociedades humanas – os não aculturados - onde ainda floresce uma convivência pacifica e socializada que nós os civilizados desejamos e ainda não conseguimos atingir – o socialismo. O verdadeiro socialismo!

Se interessar estou enviando um link de um livro que me fez entendê-los ainda mais.
Título: A Sociedade Contra o Estado - Pierre Clastres
O download gratuito está no link abaixo. Tire suas próprias conclusões:

http://www.scribd.com/doc/7045960/Sociedade-Contra-o-Estado-Clastres

Maria do Espírito Santo disse...

Obrigada, muito obrigada mesmo, Luiz Gonzaga, pelo link.

Vou lá ver, depois imprimir (não consigo ler um livro via tela de computador) e depois atacar...

Quanto ao "verdadeiro socialismo", tenho para mim que é um sonho para os bem-intencionados e uma ideologia nefasta para os pregadores das verdades deles sobre o "futuro paraíso na Terra".

Em um outro post o Vereza falou sobre a relação entre Hegel e Marx, convidando os petralhas a discutirem o tema proposto por ele...

Bueno... Há relações entre o idealismo hegeliano e o pensamento marxista, sim.

O eixo do problema está na distinção entre contradição e oposição. As contradições (superáveis ou não) existem no plano do pensamento, mas não existem no plano da natureza.
Uma pedra, por exemplo, não está em contradição com o rio. Ela está, quando muito, em oposição...

Mas esse assunto dá pano pra manga... Um outro problema é que Hegel atribuía finalismo à história humana, e tanto que, de acordo com o idealista mór, a "perfeição" ocorreria no encontro - depois de várias superações dialéticas - entre o Espírito Absoluto e a História.

A história, no entanto, no mundo desencantado pós-Darwin, não tem nenhuma teleologia... Estamos todos, como o filho clamando pelo pai, no maravilhoso conto de Guimarães Rosa, A Terceira Margem do Rio. Estamos todos clamando pela proteção de um pai que nos abandonou neste "vale de lágrimas"...

E há até quem defenda que nem chegou a nos abandonar porque na verdade sequer nos criou...

Um abraço.

Marcia disse...

Nada como um dia após o outro. Mortais, que querem apreender a realidade total do ser humano, com racionalizações. Não perguntam porque 'sabem' as respostas, assim, da resposta justificam a pergunta inepta. Menos, menos, por favor! Pedantismo não esconde o vazio de almas que não reconhecem-se como integrantes, participantes, de um todo.

Torcem o pepino desde a infância, e quando ele fica feio, desdenham.

Os intelectuais do PT estão ocupados demais produzindo para o bem público, porque se deslocariam até aqui para discutir uma ideia fixa do Redator?

Não quero insinuar que a ideia não é fundamental, mas, acredito, eles têm mais o que fazer do que ensinar como lidar com vários aspectos teóricos de um assunto que necessita, formação intelectual para produzir o necessário 'aggiornamento'.