Carlos Vereza

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segunda-feira, 28 de dezembro de 2015

ESCOLHA.

Não dá para ficar em cima do muro. Chegamos ao final de 2015 com um país falido, ética, política e moralmente. Não há complexidades metafísicas na realidade brasileira. Larápios travestidos em "idealistas", assaltaram a nação. Quem for a favor do pt, Lula e Dilma, deixará a condição de militantes ou simpatizantes, e assumirá o papel de cúmplices. Cúmplices do Mensalão, do Petrolão, e mais grave: cúmplices dos assassinatos de Celso Daniel e Toninho, de Campinas. Escolham um lado e assumam a cobrança histórica. Não há zonas cinzentas, meio termo, ou "quem sabe..." O descalabro é muito claro: uma organização criminosa está destruindo o Brasil. Escolha

quinta-feira, 24 de dezembro de 2015

.OPORTUNISMO

Alguns artistas e intelectuais manifestaram-se contra o impeachment. Direito de opinião a ser respeitado, exceto os já conhecidos por adularem o Ministério da Cultura, de olho no bom e velho patrocínio, que, afinal, ninguém é de ferro.
Como é possível, o país em frangalhos, a ética esbulhada, a corrupção como moeda de troca, existir um manifesto que apoia um governo altamente comprometido com as piores práticas dignas da mais execrável organização criminosa? Querem a permanência de Dilma, que desde seu cargo como Ministra de Minas e Energia, e mais tarde, Presidente do Conselho da Petrobras, foi no mínimo, conivente com as praticas de distribuição de propinas; ou alguém acredita que ela não soubesse das "nomeações" feitas por seu mentor, o abominável Lula da Silva? Como ignorar, que ela autorizou a compra de Pasadena, enferrujada, sucateada, dando um enorme prejuízo ao país? Dez entre dez delações premiadas revelam que Dilma e Lula sabiam de todo o esquema que surrupiou bilhões da Estatal; a operação Lava-Jato já possui informações que a campanha eleitoral de Dilma foi irrigada com dinheiro roubado da Petrobras. Mas os artistas e intelectuais que assinaram o tal manifesto preferem a cumplicidade com este lamentável estado de coisas. Mas aguardemos: a historia cobrará de cada um de nós a escolha que fizemos no momento mais dramático de nossa história.
Carlos Vereza

TODO O ARTISTA TEM QUE ESTAR ONDE O POVO ESTÁ.

Chico Buarque é, indiscutivelmente, um compositor excepcional. Acontece, que como toda figura pública, ele tem oportunidades, não comuns aos simples mortais, de expressar suas opiniões. No que se refere a suas opções políticas, é entusiasmado admirador de um partido que levou nosso país a uma situação de insolvência em todos os aspectos. Recentemente, Chico foi abordado verbalmente, por um grupo de populares que cobraram dele, como artista e cidadão, culto e esclarecido, o porquê de sua posição que colide com a opinião da imensa maioria do povo brasileiro. Nada de anormal, ele não foi agredido fisicamente, ofendido em sua honra, apenas, repito, como figura de grande expressão nacional, foi questionado por suas escolhas. Inclusive ele continuou defendendo o indefensável. Direito dele. Lamentavelmente, nem todo o artista pode cantar como Milton Nascimento: "...que todo o artista tem que estar onde o povo está." Simples, assim