Carlos Vereza

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segunda-feira, 23 de novembro de 2015

O novo e a novidade.
Uma senhora tímida e sempre sorridente, acaba de realizar uma revolução na teledramaturgia.
Elizabheth Jhin, mineiramente, sem alarde, mudou definitivamente a história da telenovela no Brasil.

Em pleno sucesso de uma trama de época, saltou do século dezenove para os tempos atuais, desafiando os incrédulos que temiam uma “inevitável” queda de audiência.

Mudança total: de linguagem, figurinos, caracterização, Além do Tempo, para surpresa dos teóricos em comunicação, mantém os números inéditos para o horário.

Sendo que no capitulo de transição, chegou a trinta por cento, outro recorde nos folhetins das seis horas.
Fica assim este simples registro em homenagem a uma autora, que revigora um gênero, por muitos considerado em extinção.

sexta-feira, 20 de novembro de 2015

LEITE E MEL...


    Não esperem uma Terceira Guerra Mundial com as mesmas características das anteriores. Não haverá disputa por territórios ou imposições de "raças superiores." Agora o que há é a exaltação de Tanatos contra Eros. A adulação da morte contra os valores do mundo "depravado" ocidental. Um "livro" contra a Civilização, que, a despeito de tantos erros e injustiças, erigiu a liberdade de pensamento e expressão como cláusula pétrea que tanto incomoda o horror. O inimigo está infiltrado, como por exemplo na França, onde são acolhidos com os mesmos direitos dos franceses, e odeiam o país enquanto desfrutam das vantagens do capitalismo. Não existe muçulmano "moderado." Por que não se manifestam em grande escala, a nível mundial, com estardalhaço mesmo? Nas Mesquitas, em território francês, pregam o terrorismo e a sharia, não se adaptam aos costumes locais e vaiam, como no Estádio de futebol, no dia em que explodiram três bombas, a Marselhesa entoada com fervor contra os atentados. Agora surgem os "compreensivos" alegando que eles moram em precários subúrbios, que são discriminados e por esta razão são presas fáceis do terror. Outra, digamos, teoria da bondade, é que o Estado Islâmico surgiu porque os EUA atacaram o Iraque, e os militares de Saddan Hussen, que conseguiram escapar, formaram este exercito de insanidade. Não citam que Saddan, entre outras barbaridades, assassinou mais de cem mil curdos além de financiar a Al Quaeda, que, "simplesmente," detonou as Torres Gêmeas nos Estados Unidos. François Hollande tem razão: é guerra. E tem que ser total até o esmagamento da última célula do terror. Que eles se estilhacem em rios de leite e mel