Carlos Vereza

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sexta-feira, 4 de maio de 2012

O ATEU MISTICO!

A náusea ante um país dominado pelo oportunismo lulopetista, o assalto aos cofres públicos, a demissão de ministros corruptos pela ação investigativa da imprensa exonerados sob lágrimas de Dilma Roussef, que recebe indevidamente os dividendos como faxineira ética, as manobras para abafar o julgamento do Mensalão... Procuro como um refugio para o meu espirito, algo que preserve a minha sanidade mental, e encontro em um livro de Huberto Rohden sobre Santo Agostinho, uma citação do autor de um poema  de Nietzsche, em busca de... Deus!

     Mais uma vez, antes de prosseguir caminho,
     E olhar para a frente,
     Ergo, solitário, minhas mãos a ti,
     A ti, a quem me refugio,
     A ti, ao qual consagrei altares, solenemente,
     Nas mais profundas profundezas do meu coração.
     Para que em todos os tempos,
     Tua voz me chamasse novamente,
     Gravada profundamente no meu altar
     Resplende a palavra: AO DEUS DESCONHECIDO.
     Dele eu sou, ainda que até a presente hora,
     Permaneça no bando dos ímpios.
     Dele eu sou, e sinto os laços
     Que me arrastam à luta
     Lá embaixo.
     Que, embora eu fuja,
     Me obrigam a servir-te.
     Quero conhecer-te, ó DESCONHECIDO!
     Tu, que empolgas minha alma profundamente,
     Que, qual tempestade, penetras minha vida,
     Tu, o Inatingivel, que és afim comigo,
     Quero conhecer-te - quero até servir-te.

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