Carlos Vereza

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domingo, 27 de junho de 2010

"Esquecimento" oportuno

Na noite do dia 10 de setembro de 2001, o prefeito de Campinas Antonio da Costa Santos foi brutalmente assassinado em circunstâncias "inexplicáveis", vez que o crime até hoje não foi efetivamente exclarecido. A morte do Prefeito foi um duro golpe na democracia Político/partidária, considerando que sua gestão "significaria um salto de qualidade" do ponto de vista das demandas sociais e dos avanços dos setores de esquerda da cidade de Campinas e regiões adjacentes. O Ministério Público (MP) de Campinas ofereceu denúncia contra o bando de Wanderson Nilton de Paula Lima, o Andinho. Segundo a promotoria, estariam no Vectra prata, veículo utilizado durante o crime, Anderson José Bastos, o Anso, Valmir Conte, o Valmirzinho, e Valdecir Souza Moura, o Fiinho. Apenas Andinho está vivo. A motivação do crime não foi apontada pela Promotoria, no entando, o DHPP de São Paulo defende o crime banal. A arma utilizada nunca foi encontrada. Andinho nega a co-autoria do crime. Após as denúncias de suposta corrupção envolvendo o governo federal e integrantes do PT, a família suspeita que Toninho pode ter sido assassinado porque poderia representar um entrave para a realização de "negociatas". O juíz da Vara do Júri, josé Henrique Torres, não aceitou a denúncia da Promotoria, que afirmava que a quadrilha havia matado Toninho, por falta de provas. Neste ano, os desembargadores da 3ª Câmara Criminal do Tribunal de Justiça de São Paulo (TJSP) mantiveram a decisão de primeira instância que livrou Andinho de ir à júri popular pelo crime e determinou ainda a reabertura do inquérito policial e a retomada das investigações no caso. As investigações ainda não foram reiniciadas, segunda a viúva Roseana Garcia (publicado no jornal Correio Popular em 11/09/09, jornalista Fábio Gallacci). Embora existam vários interesses em tipificar a morte do prefeito como crime comum, o bom senso e a percepção majoritária de setores de sua intimidade, como assessores, amigos e familiares não estão convencidos de tal caracterização e todos os dias e a cada ano clamam por justiça e por uma apuração isenta, onde a Polícia Federal assuma definitivamente o caso e para esclarecer os reais motivos da morte do prefeito do PT, que segundo citação de familiares, membros do governo federal e integrantes do PT, a família suspeita que Toninho pode ter sido assassinado porque poderia representar uma entrave para a realização de "negociatas". As pessoas do círculo mais íntimo do ex-prefeito assassinado têm mantido viva a memória desse triste episódio, particularmente, a sua mulher e familiares que de forma incansável tem militado para que essa tragédia não caia no esquecimento e que seja elucidado definitivamente a bem da transparência publica e o pleno restabelecimento da verdade dos fatos. Roseana Garcia, a viúva do prefeito de Campinas, Antonio da Costa Santos, o Toninho (PT), assassinado a tiros na noite de 10 de setembro 2001, não quer que a luta que já dura oito anos, pela descoberta real da autoria e da motivação do crime seja esquecida. Para isso, ela pretende exibir o documentário Ecos - produzida pelos jornalistas Pedro Henrique França e Guilherme Manechini, recém formados pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP) - em escolas, entidades e associações de bairro de toda a cidade. A idéia é fazer com que a história de Toninho e sua trajetória de dedicação e amor a Campinas seja conhecida por mais pessoas e pelas futuras gerações. Além disso, a pergunta que não quer calar: "Quem matou Toninho?", continuará ecoando. (publicado no clipping eletrônico - Departamento de Comunicação, PUC- Campinas 11/09/09). Com a morte em setembro de 2001do prefeito Toninho do PT, como era popularmente conhecido, nosso final de ano foi marcado por um sentimento de perda irreparável, de uma liderança que foi eleito (prefeito de Campinas), para operar profundas mudanças numa das mais importantes cidades do País, pelo seu potencial econômico e pelo que a mesma representa pelo ponto de vista do fomento de políticas e projetos que sempre extrapolam para além dos seus limites geográficos. Para o desespero e apreensão dos militantes e lutadores sociais, em 18 de janeiro de 2002, outra tragédia recai sobre a militância, com o sequestro seguido de morte do prefeito de Santo André, Celso Daniel, morto também em circunstâncias "enigmáticas". Compareci e acompanhei o velório do prefeito Celso Daniel, com as ruas tomadas pela população indignada pelo ocorriido e a comoção era geral por parte dos moradores, amigos e familiares. Até hoje, coincidencia ou não, a morte do prefeito Celso Daniel também não foi solucionada até o momento e pessoas que operaram para esclarecer com "certa urgência", dando o caso por encerrrado, também caracterizaram mais esse crime como banal e comum. Segundo vários veículos de comunicação, inúmeras pessoas que estavam relacionadas com a morte de Celso Daniel já foram mortas. Para os familiares de Celso Daniel, a morte do prefeito foi um crime motivado por interesses políticos, contrariando assim o primeiro inquérito policial que afirmava que o prefeito foi vítima de um crime comum e assassinato por engano. Indignado com a falta de transparência e com a insistência da versão até agora pronunciada, Bruno Daniel condena a estranha morosidade no caso: " Que país é o nosso, em que pessoas já condenadas em primeira instância podem ficar soltas até que todos os recursos nas demais instâncias sejam analisados, enquanto nós, minha família e eu, tivemos que deixar o Brasil em 2006 em razão de intimidações, perseguições e ameaças que sofremos, e depois de terem ocorrido oito mortes relacionadas à de Celso? Se é justo que um julgamento tenha de chegar a seu fim para que haja punições, é justo que os procedimentos legais se possam alongar quase que indefinidamente? Até quando Celso continuará insepulto? Inúmeros outros assassinatos que ganharam amplo espaço na imprensa já foram resolvidos ou a Justiça já se posicionou quanto ao encaminhamento a ser dado. Bruno Daniel foi super direto em seu recado aos que tentar e conseguem abafar o caso: "Para aqueles que quizeram que eu me calasse, sob a alegação de que com a minha luta na busca da verdade mancharia a imagem de meu irmão, tenho a dizer que quem mancha a imagem de nosso país são aqueles que matam ou que tentam esconder assassinos e continuam agindo com os mesmos mecanismos que levam à sua morte". (publicado em 17 de abril de 2009, http://www.alertatotal.blogspot.com/) A morte de duas personalidades políticas da estrutura de poder do Partido dos Trabalhadores, precisa ser exaustivamente investigada e é necessário que se faça justiça em nome da luta e da memória que essas figuras públicas representavam e representam para a população das suas cidades, do estado e do país. A permanecer as atuais lacunas investigativas suspeitas denunciadas pelos familiares e pessoas que conviveram com os mesmos, podemos fazer uma leitura de que o governo não tem interesse em esclarecem os fatos; por incompetência, por omissão ou com medo de eventuais revelações comprometedoras e ameaçadoras que ao serem reveladas poderá comprometer a governabilidade ou desestabilizar a tão fragilizada conduta partidária do PT? Na verdade, o governo Lula precisa ter coragem política para enfrentar essas e outras realidades, bem como, dar uma resposta ao conjunto da sociedade para solucionar e elucidar tais fatos, considerando que o atual governo dispõe dos mecanismos e estruturas de governo e poder, suficientes para esclarecer definitivamente esses e demais casos que continuam a espera de uma resposta sobre a intencionalidade, a autoria, a motivação direta ou indireta que levou ao assassinato de pessoas do alto escalão de poder de seu próprio partido. Aldo Santos Sindicalista, Coordenador da Corrente política TLS, Membro da Executiva Estadual e presidente do Psol em SBC ------------------------------------------------------------------------------------------------------------------ Entenderam, anônimos? O porquê do meu texto 2010: Cristais quebrados? Carlos Vereza

sexta-feira, 25 de junho de 2010

Palhaço das perdidas ilusões!

Que melancólico, a degeneração de um caráter... Na convenção que confirmou o nome de Dilma como candidata á presidência da republica, presenciamos patéticas figuras, sorrisos caninos, esgares sonambúlicos... Suplicy (o puro...) o bigode canalha do Mercadante e seus dossiês... crachás em pescoços curvados... nenhum questionamento, a servil aceitação de uma marionete enfiada goela abaixo dos dignos militantes... Mortos também falam, sorriem, e até tiram fotografias... Cumplices de um rasteiro momento da nossa pobre estória, ausente de indignação, a rapinagem rateada em cargos comissionados, gerações anestesiadas, a convivência pastosa com ditadores, o poder como "ideal", como projeto de uma existência... E até tiram fotografias. "O homem mau dorme bem", e mais grave:sonham! Imaginam-se mudando a ordem do mundo, em seu proveito,claro... 50 por cento do país sem esgoto,que importa? A divida interna na estratosfera, e daí? 20 milhões de analfabetos... O nióbio, na reserva Raposa do Sol, demarcada pelo sociopata, sem a necessária militarização da fronteira...Para quê? Os indios "tomam conta...", com seus óculos paraguaios, febre amarela, utilitários importados, a gigantesca fronteira eternamente adormecida e desguarnecida, por onde passam monstruosas quantidades das mais variadas espécies de drogas,que destruirão a curto prazo, mentes e ideais jovens, sinistro parceiro da lavagem cerebral em doses cavalares,"nunca visto antes em toda a história do país!" Pobre e precário povo, que se une apenas em copas mundiais, em escolas de samba e esperam, ansiosamente, pelas tardes de domingo, pelo resultado da loteria (a falta de outra coisa...) Estudar, para quê? Futuros lupens, manobrados pela mais covarde e invasiva propaganda "vendendo" um Brasil virtual, desprestigiado internacionalmente, mercê de uma ridícula politica externa,"palhaços das perdidas ilusões..." Que triste a degeneração do caráter...

segunda-feira, 21 de junho de 2010

FÉ E ALIENAÇÃO!

"...Ó Senhor Deus,a quem a vingança pertence,Ó Deus,a quem a vingança pertence, mostra-te resplandecente!Exalta-te,tu,que és o juiz da terra;dá o pago aos soberbos." Neste belo trecho do salmo 94, reafirma-se a tese de que a religião jamais ficou alheia,omissa,quando da necessidade de crítica aos transgressores da lei,seja ela divina,ou de características terrenas. " Guardai-vos dos escribas,que querem andar com vestes compridas e amam as saudações nas praças,e as principais cadeiras nas sinagogas,e os primeiros lugares nos banquetes;que devoram as casas das viúvas,fazendo,por pretexto largas oracões.Estes receberão maior condenação." Mateus 23.1.12 " Agora,vós,fariseus,limpais o exterior do copo e do prato,mas o vosso interior está cheio de rapina e maldade." Mateus 23.1.39 Poderia citar centenas de criticas e advertências feitas,no antigo e novo testamentos,para tranquilizar os religiosos que acreditam, haver conflito,entre a fé e uma postura atenta,vigilante,aos modernos fariseus. Jesus,pura mansuetude,não hesitou em expulsar os mercadores do templo, e, segundo as Escrituras,o fez,a chicotadas! Não devemos confundir,resignação aos caminhos traçados por Deus, com apatia, alienação às injustiças sociais, fraudes e pretenções totalitárias, que,elas sim,são um atentado à Lei Maior:" Amai o próximo como a tí mesmo."

domingo, 20 de junho de 2010

Admirável mundo novo!

"...O homem não pode ser compreendido integralmente à luz da psicologia canina, mas pode ser integralmente manipulado desde a parte canina do seu ser, transformando-se em algo praticamente indiscernível de um cão, o que dará à psicologia de Pavlov, na prática, um alcance inigualável enquanto teoria." Trecho de um prefácio de Olavo de Carvalho ao livro de Aldous Huxley: Admirável mundo novo. E o que constatamos,hoje, como "mundo novo?" Um outro tipo de totalitarismo,longe das utopias;pigmeus ideológicos tentando uma geopolitica do horror,com o islamismo,em nome de Alah,disposto a aniquilar o mundo ocidental,tendo,como contrapartida,delírios absolutamente esquizofrênicos, apoiados por totalitários subdesenvolvidos,e a adesão de populações anestesiadas,incitadas à uma defasada luta de classes e a derrota do grande imperialista americano do norte... O Armagedom,irresponsávelmente coordenado por pulhas latino-americanos,tendo a frente Hugo Chavez e o sociopata Lula da Silva,já não é mais um exercicio de futurólogos e profetas...Ahmadinejad e o Hamas,abastecido de armas,através,entre outros meios, de "navios humanitários..."; focos terroristas na tríplice fronteira,precisamente no Paraguai,as Farcs dando "aulas" para o MST,que por sua vez,"alfabetiza" seus filhos a partir de uma visão "revolucionária",e temos o caldo de cultura para uma reedição da guerra fria,agora,alicerçada,com o fanatismo,capaz da utilização de "pequenas bombas atômicas" contra a infiel civilização ocidental! Em tempo: "os sinceros mais radicais" do PT,que acessarem este espaço,serão,assim que detectados,deletados! Tiveram tempo suficiente,para um debate,com um nivel acima da cintura,e tive,apenas como oponentes,primatas intelectuais,ofensas e calunias. Criem,se puderem,seus próprios blogs,e destilem o fél que lhes é caracteristico em outros foruns,como por exemplo,a fabricação de dossiês e a falsificação de textos com nomes,tipicamente forjados!

terça-feira, 15 de junho de 2010

PROVOCAÇÂO!

Israel,um pequeno país,uma democracia cercada de terroristas por todos os lados. Ameaçada de ser varrida do mapa por Ahmadinejad,que nega a existência do Holocausto e fornece armamentos para o Hamas,que lança foguetes regularmente,ao sul e norte de Israel. Os navios "caritativos",rejeitam o desembarque nos portos israelenses,e, em um evidente ato de provocação,não abrem mão de furar o bloqueio da faixa de Gaza. No último incidente,os tripulantes do navio Mavi Marmara,mesmo sendo advertidos ´prosseguiram e abordados por soldados israelenses,reagiram com barras de ferro e facas,não permitindo a vistoria do navio e recusando o desembarque no porto de Ashdod,em Israel,que,posteriormente,como sempre fizera,encaminharia os mantimentos para os palestinos. É importante recordar,que anteriormente,em meio a mantimentos,os aliados do Hamas camuflaram um foguete,que foi apreendido pelas forças de segurança israelenses. E pensar que Lula,compactua com o ditador do Irã,o psicopata que prega a eliminação de Israel! Em tempo: não sou judeu.

sábado, 5 de junho de 2010

Não temas, Israel!

"Não temas, ó vermezinho de Jacó, povozinho de Israel; eu te ajudo, diz o Senhor, e o teu Redentor é o Santo de Israel" (Is 41.14). Uma promessa maravilhosa! Mas onde, como e quando esta ajuda para Israel pode ser encontrada hoje? Talvez, com os EUA? Não! Ou talvez com Deus, que permitiu o Holocausto e deixou ocorrer a "intifada" (rebelião dos palestinos)? Os inimigos, cegos de ódio, não poupam nenhum sacrifício, nem a própria vida para espezinhar o "vermezinho de Jacó" e provocar uma "solução final" para poder estabelecer o chamado Estado Palestino. E isso em Eretz Israel (a terra de Israel)! O mundo sem Deus prefere crer numa mentira histórica, ao invés de crer na Palavra de Deus eternamente válida. Lembremo-nos mais uma vez do que Deus diz do "vermezinho de Jacó": "Porque tu és povo santo ao Senhor, teu Deus; o Senhor, teu Deus, te escolheu, para que lhe fosses o seu povo próprio, de todos os povos que há sobre a terra. Não vos teve o Senhor afeição, nem vos escolheu porque fôsseis mais numerosos do que qualquer povo, pois éreis o menor de todos os povos, mas porque o Senhor vos amava e, para guardar o juramento que fizera a vossos pais, o Senhor vos tirou com mão poderosa e vos resgatou da casa da servidão, do poder de Faraó, rei do Egito" (Dt 7.6-8). Do "vermezinho de Jacó" brotou Davi, o "Meleque (= rei) de Israel", que escolheu ser pequeno e humilde diante de Deus. Pela graça de Deus ele pôde subir ao "trono de Davi" como rei terreno e precursor do eterno Rei da Paz, Jesus Cristo. Deus não escolhe quem busca poder, status e fama. Pelo contrário: "Deus escolheu as coisas loucas do mundo para envergonhar os sábios e escolheu as coisas fracas do mundo para envergonhar as fortes" (1 Co 1.27). Esse é um princípio divino, que se estende por todo o Plano de Salvação. "Palestina", como Israel é chamado por muitos hoje, é uma designação falsa, pois essa palavra é uma derivação de "pelishtim" ou "Filístia". Na verdade Israel foi oprimido temporariamente pelo "povo do mar", os filisteus, mas os conhecedores da Bíblia sabem que Davi acertou as contas com Golias e os filisteus foram vencidos. Em tempo algum a terra de Israel pertenceu aos filisteus ou aos palestinos. Os moradores da terra, antes que Israel a ocupasse, foram as gerações dos cananeus: "Canaã gerou a Sidom, seu primogênito, e a Hete, e aos jebuseus, aos amorreus, aos girgaseus, aos heveus, aos arqueus, aos sineus, aos arvadeus, aos zemareus e aos hamateus; e depois se espalharam as famílias dos cananeus. E o limite dos cananeus foi desde Sidom, indo para Gerar, até Gaza, indo para Sodoma, Gomorra, Admá e Zeboim, até Lasa" (Gn 10.15-19), e a terra se chamava Canaã. "Habitou Abrão na terra de Canaã; e Ló, nas cidades da campina e ia armando as suas tendas até Sodoma" (Gn 13.12). Depois que Ló havia se separado de Abraão, este recebeu novamente uma confirmação da parte de Deus: "Ergue os olhos e olha desde onde estás para o norte, para o sul, para o oriente e para o ocidente; porque toda essa terra (Canaã) que vês, eu ta darei, a ti e à tua descendência, para sempre" (Gn 13.14-15). Quando Israel entrou em Canaã, Josué recebeu a ordem divina: "Moisés, meu servo, é morto; dispõe-te, agora, passa este Jordão, tu e todo este povo, à terra que eu dou aos filhos de Israel. Todo lugar que pisar a planta do vosso pé, vo-lo tenho dado, como eu prometi a Moisés" (Js 1.2-3). Depois de quarenta anos de peregrinação pelo deserto, a terra de Canaã foi a pátria de Israel durante 1.500 anos até a destruição do templo no ano 70 d.C. Então Israel foi espalhado entre os povos – até que no ano de 1948, foi-lhe novamente concedida uma pátria por decisão da ONU, mas com a imposição (infeliz) de dividi-la com os árabes. Mas de onde vem, então, o nome Palestina? O imperador romano Adriano, que odiava os judeus e os cristãos, deu esse nome à terra no ano de 135 d.C., com a intenção de que não se fizesse mais referência "ao nome Judéia de Israel". Assim foi cunhado o falso nome "Palestina" e ele ficou sendo usado desde então. Infelizmente, até as sociedades bíblicas aceitaram essa falsa denominação e a usaram nos mapas em diversas Bíblias: Palestina, ao invés de Canaã. Aqueles que atualmente se chamam de palestinos são árabes, sejam eles muçulmanos ou cristãos. No fundo a polêmica atual entre árabes e judeus (Israel) não é um problema étnico nem político, mas um problema religioso. E por isso, na verdade, somente a Bíblia pode mostrar o caminho certo para a solução do conflito. Israel (= Jacó) é uma designação que se refere tanto ao povo como também à terra. Povo e terra formam uma unidade inseparável. Desta forma, a terra deve pertencer aos palestinos, ou seja, aos árabes? Jamais, pois o próprio Deus garante que ela pertence a Israel. As nações deveriam prestar atenção àquilo que Deus diz do Seu "vermezinho Israel" e como Ele o protege: "Porque aquele que tocar em vós toca na menina do seu olho" (Zc 2.8b). A história trágica de Israel mostra que desde o início da sua existência foi oprimido continuamente por poderes inimigos e até ameaçado pelo holocausto. Holocausto significa extermínio em massa, extinção, solução final do problema judeu. Isso já começou antigamente no Egito com Faraó, que tentou dizimar os hebreus. Mas tão certo como Faraó e seus exércitos se afogaram no Mar Vermelho, também Deus acertará as contas com os atuais inimigos de Israel. Naquele tempo ainda era um único inimigo que ameaçava a Israel, hoje são as nações. Desde 1948 Israel foi envolvido em cinco guerras, às quais sobreviveu vitoriosamente. Hoje um dos seus principais inimigos, que usa pedras, punhais e bombas, está bem no meio do seu território. Contra isso é difícil usar tanques, ou aviões. Por meio de guerras e atos terroristas morreram milhares de israelenses desde a fundação do Estado, e a desejada paz desvanece cada vez mais para o "vermezinho de Jacó". Altos dignitários da política vêm a Israel e se atrevem a dar "bons" conselhos e exortações, dizendo que os judeus deveriam ceder territórios. Mas nada nem ninguém anula as promessas que Deus deu a Jacó: "Disse-lhe Deus: O teu nome é Jacó. Já não te chamarás Jacó, porém Israel será o teu nome. E lhe chamou Israel. Disse-lhe mais: Eu sou o Deus Todo-Poderoso; sê fecundo e multiplica-te; uma nação e multidão de nações sairão de ti, e reis procederão de ti. A terra que dei a Abraão e a Isaque dar-te-ei a ti e, depois de ti, à tua descendência" (Gn 35.10-12). Mas nem o povo como um todo nem o governo se firma nessa promessa, e infelizmente segue o caminho da "angústia de Jacó", conforme Jeremias 30.7-10: "Ah! Que grande é aquele dia, e não há outro semelhante! É tempo de angústia para Jacó; ele, porém, será livre dela. Naquele dia, diz o Senhor dos Exércitos, eu quebrarei o seu jugo de sobre o teu pescoço e quebrarei os teus canzis; e nunca mais estrangeiros farão escravo este povo, que servirá ao Senhor, seu Deus, como também a Davi, seu rei, que lhe levantarei. Não temas, pois, meu servo, Jacó, diz o Senhor, nem te espantes, ó Israel; pois eis que te livrarei das terras de longe e à tua descendência, da terra do exílio; Jacó voltará e ficará tranqüilo e em sossego; e não haverá quem o atemorize". Nosso coração anseia por isso! A nossa oração sempre deve ser que, sem demora, Israel seja conduzido ao encontro do destino que Deus planejou para ele! Para isso é preciso ter fé baseada nas Escrituras e perseverança, não se deixando determinar pelo mal e pelo que é atualmente visível, mas sim, firmando-se nas imutáveis promessas de Deus! Deus o chama de "vermezinho de Jacó". O Israel moderno – e "vermezinho de Jacó", será que isso combina? Ou Deus deveria fazer uma correção e mudar-lhe o nome? Com essa humilde terminologia divina ofenderíamos Israel diretamente. No máximo, esta expressão talvez possa ser engolida nas piadas judaicas ou no humor do escritor satírico israelense Ephraim Kishon. Israel se orgulha dos seus progressos tecnológicos. E não só por isso, pois em todas as áreas os judeus realizam coisas inovadoras. Por exemplo, em tempo recorde eles criaram um jardim florido e belas cidades nas areias do deserto. Não se consegue enumerar tudo o que eles estão conseguindo e realizando. E nós nos admiramos e nos alegramos com o seu sucesso, e naturalmente também porque foram vitoriosos nas cinco guerras, das quais se viram obrigados a participar. E se houver guerra novamente, Israel está preparado – e como! Contudo, falta o essencial ao povo de Deus hoje: a confiança no Deus de seus pais Abraão, Isaque e Jacó. Israel quer ser como todos os outros povos e esquece o seu Deus. Por isso, hoje em dia, há medo e perplexidade por toda parte. Alastram-se a anarquia e a imoralidade em Israel como acontece nas outras nações. No Knesset (Parlamento) ninguém se levanta e chama ao retorno para o Deus dos pais. Para onde isso vai levar? Para a "angústia de Jacó", a Grande Tribulação. Só se pode implorar: "Senhor, tenha misericórdia deles e abrevie esse tempo!" O próprio Deus é fiador da salvação e do renascimento de Israel, que o Messias, Yeshua, Jesus Cristo, trará. Então se cumprirá o que está escrito: "Eu, o Senhor, te chamei em justiça; tomar-te-ei pela mão, e te guardarei, e te farei mediador da aliança com o povo e luz para os gentios" (Is 42.6). Por isso: nós, que amamos o judeu Jesus, formemos uma muralha de orações ao redor do "vermezinho de Jacó"! Assim o problema com os vizinhos de Israel, hoje ainda inimigos, estará resolvido: "Bendito seja o Egito, meu povo, e a Assíria, obra das minhas mãos, e Israel, minha herança" (Is 19.25b). Com absoluta certeza o "vermezinho de Jacó" pode contar com a ajuda do Senhor, pois seu Redentor, o próprio Santo de Israel, comprometeu-se com Sua promessa: "Desposar-te-ei comigo para sempre; desposar-te-ei comigo em justiça, e em juízo, e em benignidade, e em misericórdias; desposar-te-ei comigo em fidelidade, e conhecerás ao Senhor" (Os 2.19-20). Naquele tempo, segundo o direito judaico, o noivado era bem mais significativo do que nos costumes do Ocidente. Um casal de noivos ficava comprometido um com o outro, pois o noivo pagava um dote por ocasião do noivado. Com isso o acordo estava selado. Em que consiste o dote em relação a Israel? "Em justiça, em juízo, e em benignidade e em misericórdias... e em fidelidade!" Qual é o fundamento de um noivado? Evidentemente é o amor! Além disso, o Senhor ainda lhes deu Seu Filho unigênito. Portanto, o que mais Israel pode esperar de Deus? Encontramos a resposta em Romanos 11.29: "Porque os dons e a vocação de Deus são irrevogáveis" e: "se somos infiéis, ele permanece fiel, pois de maneira nenhuma pode negar-se a si mesmo" (2 Tm 2.13). Deus cumpriu Seu juramento e continua cumprindo-o. – E Israel? "Veio para o que era seu, e os seus não o receberam" (Jo 1.11). E: "Não queremos que este reine sobre nós" (Lc 19.14b). Que tragédia para a própria desgraça! Que grande ofensa a Deus e a Seu Filho! Como deve ter sido dolorosa para Eles a recusa desse amor! Ouvimos como um lamento: "Estendi as mãos todo dia a um povo rebelde, que anda por caminho que não é bom, seguindo os seus próprios pensamentos" (Is 65.2). Por isso Israel ainda tem de passar pelo juízo redentor, pois Deus diz por meio de Samuel: "Se, porém, não derdes ouvidos à voz do Senhor, mas, antes, fordes rebeldes ao seu mandado, a mão do Senhor será contra vós outros, com foi contra vossos pais" (1 Sm 12.15). – "Eis que a mão do Senhor não está encolhida, para que não possa salvar; nem surdo o seu ouvido, para não poder ouvir. Mas as vossas iniqüidades fazem separação entre vós e o vosso Deus; e os vossos pecados encobrem o seu rosto de vós, para que vos não ouça" (Is 59.1-2). Poderíamos continuar jogando sobre Israel muitas outras passagens bíblicas que falam de condenação. Esta é a nossa tarefa? De maneira nenhuma! Isso não compete a nós! Nesse sentido nos chama a atenção a insistente exortação do apóstolo Paulo: "Não te ensoberbeças, mas teme. Porque, se Deus não poupou os ramos naturais, também não te poupará" (Rm 11.20b-21). Por acaso será que nós temos sido continuamente fiéis ao Senhor? Infelizmente, não! Somos nós melhores do que o "vermezinho de Jacó?" De modo algum! É vergonhoso constatar que o anti-semitismo não se alastra apenas nos círculos políticos, mas até em igrejas isso tem acontecido – e contagiado membros de grupos cristãos. Desde a escolha de Israel, como povo de propriedade de Deus, o inimigo tem sempre procurado destruí-lo. Ele costuma usar dirigentes políticos como Hitler, Nasser, Kaddafi, Yasser Arafat, mas também a imprensa de esquerda. O Holocausto começou com Faraó. Na peregrinação pelo deserto foi o rei Balaque que usou os serviços do renomado adivinho e "vidente" Balaão. Este era uma sumidade no terreno do ocultismo. Balaão deveria amaldiçoar Israel por meio de suas temidas maldições mágicas, o que falhou apesar de diversas tentativas. Contra a vontade de Balaque e Balaão, ao invés de maldição, esse falso profeta teve de pronunciar as mais gloriosas palavras de bênção: "Benditos os que te abençoarem, e malditos os que te amaldiçoarem... uma estrela procederá de Jacó, de Israel subirá um cetro" (Nm 24.9b e 17a). A história de Israel, em muitos trechos, é uma história de sofrimentos trágicos. Finalmente houve na Suíça e em alguns outros países uma disposição para rever a História e ressarcir danos materiais às vítimas do Holocausto e seus descendentes, e se fala de revisar o passado. Mas além disso também seria importante revisar a História de Israel, sua origem e suas promessas como são ensinadas em escolas e universidades. Para isso, porém, seria necessário estudar a Bíblia! Como, entretanto, as nações e seus dirigentes estão cegos e não têm mais compromisso com a Bíblia, continuam presos à velha e antiga culpa, que é impossível de ser reparada com quaisquer bens materiais. Ninguém pode resgatar sua culpa por meio de ouro ou dinheiro! Deus não aceita nenhuma negociação de indulgências. A Palavra de Deus diz que as nações se tornaram cegas: "obscurecidos de entendimento, alheios à vida de Deus por causa da ignorância em que vivem, pela dureza do seu coração" (Ef 4.18). Alguém que odiava os judeus perguntou a um velho judeu: "O que você pensa que acontecerá com o seu povo se nós continuarmos perseguindo vocês"? O judeu respondeu: "Haverá um novo feriado para nós!" "O que você quer dizer com isso?", perguntou o outro, "como vocês podem ter um novo feriado se continuarmos perseguindo vocês?" O velho judeu disse: "Veja bem, Faraó quis nos exterminar – e nós recebemos um feriado: a Páscoa! Hamã quis enforcar Mordecai e exterminar todos os judeus – e nós recebemos um novo feriado: Purim! Antiôco, o rei da Síria, quis exterminar os judeus. Ele ofereceu um porco ao deus Júpiter no templo – e Israel recebeu outro feriado: Hanucah! Hitler quis nos exterminar – e nós recebemos mais um feriado: Yom Ha’atzmaut, o Dia da Independência! Os jordanianos ocuparam Jerusalém Oriental durante 19 anos, impedindo-nos de orar no Muro das Lamentações, até que, no ano de 1967, nossos soldados libertaram Jerusalém Oriental. Desde então festejamos anualmente o Yom Yerushalaym, o Dia de Jerusalém! E caso continuarem nos perseguindo, receberemos mais feriados da parte de Deus!" E o velho judeu tem razão! Esta história continua sendo escrita: Israel receberá outro feriado. O monumento já foi levantado. No mundo inteiro só existe um único monumento a uma guerra que ainda não aconteceu. Qualquer um tem a oportunidade de vê-lo em Megido, e a placa indicativa diz que, de acordo com Apocalipse 16.16, Deus reunirá as nações para a guerra em Armagedom. Mas não somente isso. Também se cumprirá Zacarias 14.12 assim que os inimigos de Israel atacarem Jerusalém, e a sentença está lavrada: "Esta será a praga com que o Senhor ferirá a todos os povos que guerrearem contra Jerusalém: a sua carne se apodrecerá, estando eles de pé, apodrecer-se-lhes-ão os olhos nas suas órbitas, e lhes apodrecerá a língua na boca." Por causa das armas químicas, esse cenário apocalíptico se torna compreensível. Mas nós cremos na promessa divina: "Porque eu sou contigo, diz o Senhor, para salvar-te; por isso, darei cabo de todas as nações entre as quais te espalhei; de ti, porém, não darei cabo, mas castigar-te-ei em justa medida e de todo não te inocentarei" (Jr 30.11). Da mesma maneira Deus procedeu com os israelitas na Pérsia. O livro de Ester relata uma história estranha, que soa como um conto de fadas das mil e uma noites. A vida majestosa e cheia de pompa do Oriente e as intrigas que faziam parte da corte real da Pérsia são descritas de maneira muito realista: uma grande parte de Israel não conseguia se decidir a obedecer aos profetas, Isaías e Jeremias, para deixar a Babilônia e voltar para a sua terra, embora a ordem do Senhor fosse clara: "Saí da Babilônia, fugi de entre os caldeus" (Is 48.20a), e "Saí do meio dela, ó povo meu, e salve cada um a sua vida do brasume da ira do Senhor" (Jr 51.45). O período de 70 anos de cativeiro no exílio, conforme os profetas haviam anunciado, estava no fim. O templo deveria ser novamente edificado em Jerusalém e os sacrifícios reinstituídos. Mas os judeus que haviam ficado não mostraram nenhuma vontade nesse sentido. Obviamente eles preferiram se assimilar e se acomodar na terra próspera onde se encontravam. Aí se manifestou novamente a desobediência obstinada: "Mas o meu povo não me quis escutar a voz, e Israel não me atendeu. Assim, deixei-o andar na teimosia do seu coração; siga os seus próprios conselhos" (Sl 81.11-12). Isso teve por conseqüência inevitável: "Mas, porque clamei, e vós recusastes; porque estendi a mão, e não houve quem atendesse; antes, rejeitastes todo o meu conselho e não quisestes a minha repreensão, também eu me rirei na vossa desventura, e, em vindo o vosso terror, eu zombarei" (Pv 1.24-26). Esta não é uma séria advertência para nós? Quem pensa que sabe tudo melhor e persiste na teimosia, traz sobre si infortúnio e infelicidade. Foi a grande misericórdia de Deus que fez com que Ele, assim mesmo, aceitasse Seu povo desesperado e o salvasse para a Sua honra. A Sua misericordiosa providencial protegeu o resto do povo do aniquilamento total, e Ele também o fará no futuro! A decisão de Hamã de exterminar os judeus e enforcar Mordecai foi frustrada pelo corajoso ato da Hadassa (= Ester). "Se morrer, morrerei"! Com essa decisão corajosa ela não apenas frustrou o plano de Hamã, mas também do rei, agindo em favor do seu povo. E Hamã experimentou o dito: aquele que prepara uma forca para Israel será pendurado nela! Mas hoje, quem tem coragem de falar a favor de Israel? Aquele que abençoa Israel será abençoado! Em memória do maravilhoso livramento da mão de Hamã, Israel festeja a cada ano, no dia 14 de adar, a Festa de Purim. Todavia, o dia de grande alegria ainda está por vir, pois Isaías anuncia ao "vermezinho de Jacó": "Em lugar da vossa vergonha, tereis dupla honra; em lugar da afronta, exultareis na vossa herança; por isso, na vossa terra possuireis o dobro e tereis perpétua alegria" (Is 61.7).

quarta-feira, 2 de junho de 2010

URGENTE!

Irei com este espaço até o dia das eleições. Ele continuará sendo a minha ÀGORA,o local em Atenas palco de manifações,de críticas e liberdade de expressão. Como prevía,começaram os "movimentos sociais", A Noite dos Cristais;sendo dada a partida,como previsto,do Bunker de Dilma Rousseff,com a tentativa de um dossiê falso contra a filha de José Serra. Paralelamente,as gangues sindicais,através do Paulinho,da Força Sindical,prometem o possivel e o impossivel(leia-se terrorismo!) para impedir a vitória de José Serra! Faço um apelo aos que acessam este Blog: é importante que façamos uma corrente em defesa da democracia,que está ameaçada,desde a infeliz chegada desta quadrilha ao poder!