Carlos Vereza

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domingo, 13 de setembro de 2009

Plano Geral

Como eu trabalho entre 8 à 10 horas por dia, não tenho tempo nem habilidade digital, para manter uma continuidade no meu – repito -, despretensioso blog. Qual não foi minha surpresa, com o evidente auxilio de uma de minhas filhas, ao constatar que mais de três pessoas tinham acessado meus rabiscos... Vou tentar um comentário geral: aos que concordam com os meus textos, obrigado; aos enfurecidos do PT, obrigado, mais ainda. Não sou partidário do pensamento único (tão caro aos lulistas), daí o titulo: Nas Veredas do Vereza. Tentarei responder, inicialmente, aos questionadores, sobre minha suposta “autoridade teológica”: Realmente, estou a anos-luz do mestre São Tomás de Aquino, apenas dedico-me a estudar a trajetória da Igreja Católica Apostólica... e Romana, que deturpou, absurdamente os ensinamentos de Jesus. É fato histórico, que o Imperador Constantino, criou, com o Concilio de Nicéia, em 325 D.C. a estrutura do que viria a ser a Santa Madre Igreja (Podem pesquisar no “Google”, não me incomodo...). Mais chocados, ficarão os “devotos”, com o Concilio de Constantinopla, em 553 D.C. onde a imperatriz Teodora, esposa do imperador Justiniano, obrigou o marido, a substituir o termo reencarnação, por ressurreição, temerosa de sua vida pregressa nada louvável; temia voltar em uma outra vida em condições retificadoras ou punitivas... Não vou levantar questões “menores”, como a Inquisição, a “infabilidade” Papal, as Cruzadas, a venda de Indulgências, etc... etc... etc... Sugiro, como subsidio, a leitura (vejam bem: eu disse leitura, e não “Wikipédia”...) dos livros, Biografia não Autorizada do Vaticano, de Santiago Camacho, e, A vida Sexual dos Papas, de Nigel Cawthorne. Creio em Deus, em Jesus, na Virgem Maria, nos Santos e Santas, mas não posso imaginar o Filho do Homem, caminhando descalço, pelos corredores aveludados do vaticano, e, muito menos, Vê-Lo, sentado no trono papal, ornado em púrpura e ouro. Quanto à “parte política”: Lula e seus seguidores se merecem. Ponto. Aos de mentes e corações abertos - se tiverem paciência – leiam todos os meus textos, até agora, postados neste modesto meio de comunicação. Estudem rapazes.

Cannabis: o retorno

Não bastando a alienação política da juventude, cogita-se, agora, a descriminalização da maconha, tida por “especialistas” como “droga leve” e também, o abrandamento das penalidades para os usuários e tratamento médico para os dependentes. Como o Ministério da Saúde, sucateado, que não consegue sequer pagar dignamente seus profissionais, e hospitais que atendem os necessitados, em macas sem lençóis, nos corredores, tratariam os dependentes, que, além de toda uma medicação específica (desintoxicação, entre outras), carecem de longas e sofridas sessões de terapia? Será que os proponentes da liberação, desconhecem que a capacidade tóxica da maconha depende do sexo da planta, clima e época da colheita? Por acaso têm noção, que a erva, para aumentar sua potencia vem misturada a alguns alucinógenos, além do tetrahidrocannabinol e seus isômeros, tendo sido descoberto recentemente o risco de câncer pulmonar, pela presença do benzopireno? E a oligospermia, que significa em linguagem popular, a diminuição do espermatozóide no usuário? E ainda: a maconha aumenta em 70% a incidência de surtos psicóticos em pessoas esquizóides e fronteiriças. Sinceramente, existem problemas mais sérios neste país, para que um assunto tão grave seja tratado de maneira tão superficial e oportunista. Não é possível, “beneficiar” 22% da população, constituindo-se esse percentual, na faixa privilegiada das classes, média e alta, que podem dar-se ao luxo de colocar a liberação como prioridade.